domingo, 30 de dezembro de 2012

Último Chilique do Ano


Em 2012 vi vários absurdos envolvendo autores nacionais: Dono de editora gritando com autor/cliente no meio da Bienal, autor sendo expulso do estande - também na Bienal, autor sendo sacaneado pela editora a respeito dos direitos autorais, blog literário sumindo com livros de Book Tour. Enfim... A lista é enorme, mas nenhuma delas se compara a falta de consideração que alguns colegas tem com o nosso trabalho.

Ontem deixei o grupo Escritores Brasileiros (Facebook). Motivo: A chatice de alguns colegas que querem proibir a propaganda dos outros colegas.

Sempre digo que nós autores independentes estamos no mesmo barco e prejudicar o outro colega não nos torna mais inteligentes, legais, ou venderemos mais e teremos milhares de leitores. Pelo contrário, vai apenas nos prejudicar e nos deixar com a fama de frescos.

Para que meus digníssimos colegas entendam de uma vez por todas, vou me usar como exemplo:

Há dois meses (+ ou - ) lancei a promoção 100 curtidas da página do meu livro. Divulguei a promoção pelos grupos no Facebook, Skoob e Twitter. Meus amigos e familiares também divulgaram diversas vezes pelas redes sociais. Agora sabem quanta vezes a editora divulgou? Três.

Vou dar um desconto, afinal a editora é pequena e não deve ter tantos funcionários. Mas... E as outras, como por exemplo: Novo Século, que acredito tem mais funcionários.

E não estou querendo dizer que é apenas a editora que tem que divulgar. O trabalho de divulgação deve ser feito em conjunto. Entre autor e editora. Mas o que eu vejo é o autor com ele mesmo.

Neste mês comprei três livros de autores que publicaram pela Novo Século:

Adeus à Humanidade - Márcia Rubim
Eu, meu pai e meus outros amores - Lilian Reis
A Última Nota - Lu Piras e Felipe Colbert

Só conheci os autores porque eles divulgam em peso pelas redes sociais.
Sabem quantas vezes vi a Novo Século divulgar? Nenhuma

Agora imaginem  se proibirmos os autores de divulgar... Não vamos conhecer novas obras e elas serão mais difíceis de chegar ao público.

Tem muita gente que reclama da autora Lilian Reis. Até já vi alguns colegas dizendo que ela não tem semancol, por divulgar em demasia sua obra.

Olha, não é por nada não, mas isso tem um pinguinho de inveja. Inveja (Que eu também partilho, mas a minha é mais saudável) do tempo que ela disponibiliza nas suas divulgações, enquanto os outros autores só ficam reclamando por aí, que sua obra não vende e outras chatices.

Uma vez no próprio grupo "Escritores Brasileiros" vi o comentário de um autor dizendo que achava divulgações em massa falta de educação e que espantavam os leitores. Novamente, não é por nada não, mas divulgação pingada não funciona comigo (E com outras pessoas que conheço) Até porque não entro todo o santo dia no Facebook e acabo deixando algo passar. Agora as divulgações em massa são mais fáceis de se visualizar.

Concordo que propagandas repetitivas as vezes enche o saco (Depende da Propaganda), mas isso é a mágica da publicidade, fazer lavagem cerebral. Afinal, eu tenho certeza que esse cara que tanto reclama no grupo já comprou uma latinha de coca-cola ou guaraná, só porque viu ou ouviu a propaganda e de repente deu vontade de beber.
Atire a primeira pedra quem nunca comprou algo motivado por uma propaganda.

E para terminar: Não proíbam as propagandas. Elas são necessárias. Não limitem ainda mais o nosso espaço, que já é pequeno. 



sábado, 29 de dezembro de 2012

(Resenha) A Mão Esquerda de Deus - Paul Hoffman


Sinopse: (Da contra capa do livro, porque a do skoob entrega o ouro)

O Santuário dos Redentores é um lugar desolador. Um lugar onde a esperança e a alegria não são bem vindas. A maior parte dos meninos que habitam o lugar foi levada para lá muito nova e contra a vontade. Eles padecem sob o regime pressor dos Lordes Redentores, cuja violência e crueldade têm como único propósito honrar à memória do Redentor Enforcado - e passam suas vidas prisioneiros dos corredores labirínticos e tortuosos do Santuário, um lugar com séculos de histórias e segredos, e que ninguém conhece por completo.

No meio de um desses corredores há um menino. Talvez ele tenha 14 anos, talvez tenha 15: ninguém sabe ao certo. Lá dentro é chamado de Thomas Cale. Seu verdadeiro nome, já esqueceu há muitos anos. Ele já esqueceu de tudo de sua antiga vida. 
Em breve, será testemunha de um ato horrendo. E é neste momento que comecará a sua extraordinária vida futura.

Resenha: 

A última resenha do ano e vou fechar em grande estilo com "A Mão Esquerda de Deus".

Certa vez tirei meu dia para ler resenhas e acabei escolhendo "A Mão Esquerda de Deus". Tinha acabado de ganhar de presente e queria ver a opinião de outros leitores - E devo dizer que essa foi a última vez que faço isso. Já, já vou explicar o por quê?

Após quatro resenhas, fiquei com a pulga atrás da orelha. Todas diziam que o livro deixou a desejar e que a trama era previsível.

Mas agora que acabei de ler só tenho uma coisa a dizer... Oh! Povo burro do caramba!

Se você escolheu um livro que faz parte e uma trilogia, é claro que algo vai ficar faltando ou acabar no meio de uma cena.
Gente! Usem seus cérebros. Ou então desistam de resenhas. Se você não entendeu a história ou não encontra palavras para compor sua resenha, não escreve nada.

Enfim vamos a trama:

"A Mão Esquerda de Deus" nos apresenta os Redentores (Homens religiosos), que vivem suas vidas para idolatrar e seguir os ensinamentos do Redentor Enforcado (Um homem que nasceu de forma milagrosa e que morreu para nos purificar).

Os redentores travam uma batalha contra os Antagonistas (Pessoas que não reconhecem o Redentor Enforcado como Salvador).

Num lugar conhecido como Santuário, que na verdade é uma prisão. Os Redentores treinam garotos para a guerra contra os Antagonistas. Garotos que sofrem humilhações, privações e violência, tudo isso para se tornarem puros e dignos de lutar na tal guerra santa.

O que mais chama atenção na trama é o detalhe da hipocrisia que cerda os Redentores e os segredos escondidos nas paredes do Santuário.

É a clássica história do que uma crença levada ao extremo pode fazer. Em alguns momentos no livro acabei recordando-me de cenas de hipocrisia que já testemunhei na minha religião.

E se pararmos para pensar religião é algo complicado. Ou melhor, as pessoas que a frequentam e ajudam na igreja são cheias de si e bestas.

Vamos ao trio maravilha da trama:

No meio desses garotos há três amigos: Henri Embromador, Kleist e Cale.

Henri Embromador, como o próprio nome diz, leva os Redentores no papo, e é o meu favorito.

Kleist é o pavio curto. Com ele é matar, bater e depois perguntar.

Cale o único do trio que mete medo. Sua frieza e a falta de medo são sua marca registrada.

Um certo dia o trio descobre uma porta secreta no Santuário, ao passar por ela, os três descobrem algo extraordinário. E paro por aqui, já contei muito, hahaha!!

"A Mão Esquerda de Deus" é bem escrito, detalhado. O autor não fica enchendo linguiça nas descrições. E fazia muito tempo que não lia um livro estrangeiro tão incrível.
A cada capítulo tinha uma surpresa, novos mistérios, respostas e personagens cheios de carisma. E incluo até aqueles que aparecem e do nada batem as botas.

Vale a pena adicionar a sua lista de livros para ler.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Os Melhores dos Melhores, e Com Louvor

No mês passado o blog completou um ano de existência. Pensei em fazer uma lista com os melhores livros até aquele momento, mas infelizmente não consegui fazer. Então aproveitando o final de ano decidi escolher os melhores dos melhores de 2012. E não foi uma tarefa fácil. Todos os livros que li este ano foram magníficos, com exceção de três (50 Tons de Cinza, Strange Angels e Crepúsculo Vermelho), que só me deram raiva. E o engraçado é que apenas 50 Tons de Cinza ganhou resenha, os outros foram ignorados por mim, pois se eu fizesse uma resenha o negócio ia feder. Muito mais do que fedeu com 50 Tons.

Como eu disse a tarefa não foi fácil, escolher os melhores entre os melhores me tirou o sono, tanto que só consegui dormir as seis da manhã.

Separei os livros em duas categorias:

A primeira categoria engloba os gêneros Fantasia - Sobrenatural - Ficção Científica.

A segunda categoria são os romances. É a categoria que tem menos livros, já que eu leio muitos livros de fantasia, sobrenatural e de ficção científica.

PRIMEIRA CATEGORIA: Fantasia - Sobrenatural - Ficção Científica:

1º  Guardians Vol 1, 2 e 3 - Luciane Rangel - Editora Lexia
Sim, não consegui escolher um único volume, então vai a trilogia completa. Guardians me devolveu o entusiasmo que eu tinha ao ler Harry Potter. Aquela sensação única de encantar e que não é qualquer autor que consegue.

2º  Neverending Shadows - Lana Lewis - Editora Clube de Autores
Durante muito tempo fiquei revoltada com os livros de vampiro. Era uma vergonha ver alguns autores tentando fazer algo melhor ou igual a Crepúsculo, e a única coisa que eles conseguiam era fazer mais (Com o perdão da palavra) merda. Então quando já havia perdido as esperanças aparece a Lana ou Gabi Brito e me presenteia com Anise e Caleb.

3º  Immortales - Roxane Norris - Editora Baraúna
Depois do livro da Lana algo magnífico aconteceu... Os livros sem noção sobre vampiros deram uma trégua e sangue novo apareceu. Foi o caso do livro da Roxane, que soube misturar como ninguém vampiros com detalhes históricos.

4º  A Estrada da Noite - Joe Hill - Editora Arqueiro
Este livro tirou minha virgindade dos livros de terror. Nunca tinha lido o gênero, mas me encantei.

5º  O Anjo Poeta - Eddy Khaos - Editora Literata.
Tá aí outro livro que me salvou. Sempre procurei livros de anjos como os filmes Constantine e Legião, mas só me deparava com anjos garbosos e príncipes encantados. Comprei O Anjo Poeta com o pé atrás, mas quando acabei, fiquei com o pé na frente e de boca aberta.

6º  Os Dragões de Titânia - A Batalha de Argos - Renato Rodrigues - Editora Escala
Com humor, criatividade e um grupo nada comum de amigos, Os Dragões de Titânia me proporcionaram muitas risadas, principalmente o centurião chegado a uma birita de nome nada sutil - Alambique.

7º  Redenção - Lívia Lorena - Editora Dracaena
Mais um livro da nova safra de livros vampirescos. A autora pegou um detalhe aqui, outro ali e acrescentou seu toque particular, misturou tudo e conseguiu dar uma nova cara a um ser - como alguns costumam dizer - Saturado.

8º  Os Livros de Esteros - As Crônicas de Fedors - Aldemir Alves - Editora Baraúna
Pegue anjos, deuses, elfos, orcs, anões, criaturas vinda da sua cachola e big-bang. Jogue-as numa folha e misture bem. E o que você vai ter? Um livro recheado de aventura, coisas doidas, mas que no final todas elas fazem sentido.

9º  A Hospedeira - Stephenie Meyer - Editora Intrínseca
Não gosto de Crepúsculo, mas sempre achei que Stephenie Meyer tinha potencial para escrever algo bom e único. E foi isso que ela fez com A Hospedeira. E volto a dizer... Espero que ela não faça uma continuação, pois acho que ela não é uma escritora de séries.

10º  A Mão Esquerda de Deus - Paul Hoffman - Editora Suma das Letras
Embora ainda não tenha feito uma resenha para o livro, ele entra para a lista dos melhores, pois esse foi mais um livro injustiçado. Vi diversas resenhas dizendo que ele era previsível demais. Ou o povo é xarope. Ou burro demais? Porque até agora estou à procura do previsível.

SEGUNDA CATEGORIA: Romance

Ela tem apenas seis livro, já que é o estilo literário que menos leio, mas tudo vai mudar no ano que vem.

Empatados em primeiro lugas estão:

1º Para Sempre Ana - Sergio Carmach - Editora Caravansarai e Redenção - Josiane Veiga - Editora Clube de Autores.
Quebrei minha cabeça tentando decidir qual merecia o primeiro lugar, mas não deu. Ambos tem um lugar especial no meu coração.
Para Sempre Ana me libertou do preconceito e dos traumas que eu tinha com a literatura nacional.
Já Redenção mostra que num relacionamento nem tudo é um mar de rosas, temos pedras no caminho, mágoas, mas no final, continuamos amando a pessoa ao nosso lado. E esse turbilhão de sentimento só a Josy consegue por no papel.

2º Rendição - Josiane Veiga - Editora Clube de Autores
Com este lugar não estou dizendo que o primeiro livro da Saga Jishu é ruim ou não mereça o primeiro lugar, mas ele nos mostra o início de um relacionamento, onde tudo é perfeito. Então vamos dizer que ele é "previsível" pela falta de uma melhor palavra.

3º Senhora Liberdade - Márcia A. Canivello - Editora Clube de Autores
Tenho o pé atrás com romances (Os ditos Chick-lit), principalmente porque eles em sua maioria são escritos por mulheres, que quase sempre nos dão uma protagonista besta, que por amor se rebaixa e fica deslumbrada. Mas a Márcia conseguiu criar uma protagonista apaixonada, mas que não esquece de seu amor próprio.

4º Ser Clara - Janaína Rico - Editora Underworld
Um chick-lit que tem culhões (Mesmo que seja puramente fictício, já que a protagonista é uma mulher muito da doida).
Com Ser Clara dei altas gargalhadas e até paguei alguns micos no ônibus por conta das minhas gargalhadas escandalosas.

5º Você Tem Meia Hora - Camila Nascimento Silva - Editora Subtítulo
Esse foi o primeiro chick-lit que li. Sou mais chegada na literatura fantástica  mas Você Tem Meia Hora me proporcionou bons momentos, mesmo quando quis socar a cabeça da protagonista na parede porque ela não conseguia esquecer o ex-noivo - Um sujeito muito do indeciso. Mas a cada página e capítulo que passava a Bia foi amadurecendo e ganhou minha simpatia.

Espero que vocês tenham gostado e que 2013 venha com mais livros.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Livros e Mais Livros

Olá! O blog está novamente parado, mas tenho bons motivos para isso.

Nos últimos dias ando passando a limpo o primeiro livro de A Chave Mestra - Passar a limpo não é revisar, estou apenas selecionando o que entra ou não no primeiro livro. Eu tenho um sistema muito maluco na hora de escrever, hahahaha!!

Acho que na semana que vem tem resenha nova do livro A Mão Esquerda de Deus. O livro está muito bom e estou tento quase um treco para descobrir o que vai acontecer com Cale e Cia.

E como uma boa viciada em livros, também ando aumentando minha lista de livros. Agora tenho nove livros para ler. E todos de autores nacionais.

Vamos a eles: 

Eu, meu pai e meus outros amores - Lilian Reis
Adeus à Humanidade - Márcia Rubim
A Caçadora - Viviane Fair
Jardim de Escuridão - Bianca Carvalho
Os Dragões de Titânia Vol. 2 - Renato Rodrigues
A Última Nota - Lu Piras e Felipe Colbert
A Fada - Carolina Munhoz
Kaori - Giulia Moon



quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

(Resenha) O Anjo Poeta - Eddy Khaos





Sinopse: Porque as pessoas acreditam em anjos? Eles estão em todas as religiões, são seres iluminados e não levam em conta os registros de nossos atos negativos, portanto não perdoam, já que não cabe a eles julgar. Anjos eles realmente existem. Não apenas em produções do cinema mundial ou em historias em quadrinho ou nos animes (desenhos) japoneses. Ou em nossas mentes, em nossos mitos, ou nossos símbolos, ou nossa cultura em geral. Eles são tão reais quanto seu cachorro que não para de lati no quintal enquanto você brinca com ele, ou sua irmã sapeca que não para de te pentelhar, ou a eletricidade que necessitamos para quase tudo no mundo de hoje. Eles estão presentes, bem aqui, agora, bem perto de você, lendo estas palavras com você. Eles não são bonitos, fofos, confortáveis, íntimos, ou "maneiros". Eles são temíveis e formidáveis. Eles são enormes. Eles são guerreiros. Eles são assassinos do reino celestial.


Resenha: 

Sou fã assumida de literatura fantástica, embora leia mais sobre vampiros, bruxos, elfos, dragões e fantasmas, também gosto de Anjos.

Mas até poucos dias atrás nenhum livro sobre o tema tinha me agradado.
Li "Fallen" (Lauren Kate) e "Hush, Hush" (Becca Fitzpatrick). Ambos são bons, legais, mas não conseguiram me cativar.

Na minha mente doentia Anjos são muito mais do que seres perfeitos por quem garotas bobinhas se apaixonam.
Sempre procurei algum livro sobre o tema ao estilo dos filmes: "Anjos Rebeldes" , "Constantine" e "Legião".

Então quando li "O Anjo Poeta" minhas preces foram atendidas. O livro nos mostra seres encantadores, mas ao mesmo tempo ferozes.
Com quatro contos, quinze poesias e uma mini enciclopédia sobre o tema, Eddy Khaos nos presenteia com um livrão, embora ele só tenha 114 páginas. Essa é a maior prova de que o autor não precisa de muitas páginas para contar algo com conteúdo.

Agora vou falar um pouquinho sobre cada conto:

"Selva de Concreto, Prisão Humana" vemos um homem vivendo em condições desumanas, que tem como sua maior companheira uma garrafa de cachaça. E entre um gole e outro ele se pergunta por que Deus foi tão cruel com ele.

No segundo conto "O Apocalipse Angelical" vemos a humanidade lutando para sobreviver ao ataque de anjos. Esse conto é mais ou menos como um "The Walking Dead" angelical. E o meu favorito.

No terceiro conto "Detetive das Sombras" conhecemos Eddy - Um caçador de vampiros que possui poderes angelicais. Dos quatro contos este é o mais romântico. Isso é a prova de que homens também amam, Ohhhhhh!!

No quarto e último conto "O Anjo Poeta" vemos o anjo da guarda Azariel, que após várias tragédias em sua vida decidi ir para o lado sombrio.

Quanto as poesias, as que mais gostei foram: Anjo Caído, Oceano de Lágrimas e O Anjo e a Sereia.

Agora um ponto negativo - Quer dizer para os outros, não pra mim.
Foi a maneira como o autor decidiu descrever Deus. Ele nos apresenta um Deus feroz e nem um pouco bonzinho.
Arriscado da parte dele, mas eu dou os parabéns.


Voltei de Verdade

Olá, Povão!!

Hoje re-abro meu blog para 100% de suas atividades.

Como todos sabem fiquei afastada por problemas de saúde na família e infelizmente sofri mais uma perda.
Mas não quero ficar chorando. Quero tocar a vida assim como já fiz há dez anos.
Tem muitas coisas pela frente: Lançamento de Lua Escarlate, histórias novas, resenhas e outros projetos.

A Editora já enviou meus livros de cortesia e a partir de Janeiro vamos começar a tratar do Lançamento/ Tarde - Noite de autógrafos.

Para quem ainda não viu, olha os livros aí:





E agora eu com cara de doida, mas isso eu já sou naturalmente. Para ser escritor, tem que ser um pouco doido, senão não tem graça.

Agora só falta me entregarem os buttons. Já era para eles terem chegado há uma semana e nada. Affff!