sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

(Resenha) Terra dos Sonhos - Alyson Noël



Sinopse: Riley descobre que a pós-vida pode ser solitária para alguém que se concentra apenas em trabalho. Ela então vai até o local onde os sonhos acontecem, na esperança de entrar em contato com a irmã, Ever, que está no plano terreno. Lá encontra o diretor, que lhe explica os dois modos de fazer isso: Ela poderia saltar para dentro de um sonho qualquer de Ever, e assim transmitir sua mensagem, ou criar um sonho novo em estúdio e enviá-lo a irmã. O problema é que essa segunda opção conhecida como tecelagem de sonhos, foi banida há muito tempo, e o estúdio, lacrado.
Determinada a falar com a irmã haja o que houver, Riley parte sozinha atrás de seu objetivo. O que acaba encontrando, porém, está longe de ser um sonho. Será Riley capaz de se livrar desse pesadelo para chegar a Ever?

Resenha:

Como já havia notado. A cada livro as aventuras de Riley vão ficando mais emocionantes.
Em “Terra dos Sonhos” vemos Riley entrando em mais uma fria. E sempre pelo mesmo motivo... Teimosia.

Riley e sua obsessão para se tornar uma alma mais elevada fica mais acentuada. Depois de levar um sermão do Conselho, Riley, Bodhi e Buttercup recebem férias do oficio de apanhar almas. E como já disse, Riley é teimosa e ai que tudo indica, apesar de ter atravessado a ponte para aqui e agora, ela continua presa a sua vida terrena.

Depois de ouvir uma conversa, ela descobre a existência de um lugar chamado Dreamland, onde as almas podem enviar mensagens através dos sonhos aos seus entes queridos. Para quem acompanha a série já deve imaginar o que acontece. Riley se lasca.

Como muito esforço e com uma ajudinha de Buttercup, Riley consegue entrar em Dreamland e até tem algumas aulas de como “saltar” no sonho e se comunicar, mas ao chegar sua vez é dispensada, pois o tempo acabou.

Ao invés de retornar outro dia, Riley entra escondido após a hora de funcionamento e acaba conhecendo Satchel, uma alma, que apesar de estar em Aqui & Agora, não aceita sua morte e por isso cria pesadelos para atormentar os vivos e os mortos. E adivinha que é sua mais nova vítima? Riley, é claro.
“Terra dos Sonhos” tem mais cenas tenebrosas e um pouquinho de ação. A autora está melhorando a cada livro. Agora é hora de correr atrás da continuação.

(Resenha) O Último Dragão e o Começo da Maldição


Sinopse: Dom Luci descobre que o seu antepassado, o general Aritec foi amaldiçoado há mil anos, pelo rei dos dragões Mor, com a Maldição dos Lagartos, pois os dragões queriam destruir os seres humanos.
Tendo seu destino totalmente mudado. Dom Luci tem uma estranha visão onde Mor aparece escondendo um ovo. Essa visão muda totalmente o seu destino.
Desconfiado, ele decide partir, descobrindo um mundo de criaturas perigosas e mistérios além de sua compreensão. Enfrenta faunos, vendedores de escravos, gigantes e as perigosas Tiletys que desejam o Cetro de Ouro para trazer as trevas ao mundo de Oril.

Resenha:

Esta é a última resenha de livro nacional que faço. Para entender melhor leia o post anterior. 

Encerro as resenhas nacionais muito bem. Com um livro do gênero fantasia. Já falei que gosto do gênero? É claro que sim, sempre afirmo isso nas minhas resenhas.

Em “O Último Dragão” conhecemos dois jovens: Dom Luci e Julie Male. O primeiro é descendente do general Aritec, que lutou na guerra contra os dragões e matou seu líder, o malvado Mor. E a segunda é uma princesa, dondoca.

Após ouvirem sobre a “maldição dos lagartos” os dois jovens fogem de casa e no meio do caminho trombam um com o outro e decidem unir forçar. O que seria uma viagem para desvendar um grande mistério se transforma num festival de confusões.

Dom Luci e Julie atraem confusão como um imã. Saem de uma e logo em seguida caem em outra. E acreditem, é assim durante toda a trama. O livro termina no meio de uma cena, que faz você dizer... E agora!

Apesar do livro ter uma trama muito boa, ele possui alguns pontos negativos.
O primeiro é o excesso de pronomes pessoais: Você, eu, ele, ela. Mas isso é um deslize que eu mesma cometi na minha primeira série de livros. Agora procuro me policiar. O que não é fácil, já que quase sempre acabo escorregando.

O segundo ponto negativo foram algumas cenas que acabaram rápido demais. Como por exemplo, no momento que os protagonistas chegam a aldeia de Eveu. Ambos são recebidos com hostilidade por parte de um habitante. Depois acontece um evento, eles dizem que não é bem assim, está tudo bem e em poucos segundos estão todos amiguinhos. Sei lá, ficou estranho.

E o terceiro e último foi novamente a revisão. Não sou do tipo de leitora que fica procurando erros a cada linha, mas encontrei neste livro erros difíceis de se negar. A impressão que tive foi que a revisora usou corretor automático do Word. E o Word não é 100% confiável.

Apesar dos detalhes negativos, gostei muito. Agora sou obrigada a ser cruel nas minhas resenha, já que tem gente me chamando de puxa-saco de autor nacional. O que chega a ser bizarro, mas acreditem, mesmo apontando os erros, sou 100% a favor de que o autor continue escrevendo. Nós não nascemos sabendo todas as manhas da escrita. É só praticando e lendo muito que vamos melhorar. E é claro, não podemos desistir. Mesmo que tenha vários idiotas torcendo contra.


Primeiro Post do Ano

Depois de um mês sem postagens, eis uma novinha.

Pra quem me acompanha no facebook, deve ter notado que ando meio sumida. O motivo é que ando extremamente desanimada. Os motivos... Pessoais e trabalho. Como estou apenas operando nos meus 40%, o primeiro livro da Série A Chave Mestra não será mais publicado pela Editora Selo Jovem. E quero deixar claro, não é culpa da editora, é minha. Mas o livro continuará à venda na Amazon, para o desgosto de alguns.
E para aqueles que leram os primeiros capítulos da Trilogia Almas no Bookess, um aviso. Almas será publicado ainda neste mês. A trama sofreu algumas alterações, mas nada drástico. O livro ficará a venda na Amazon, Clube de Autores e no site Bookess para leitura gratuita.

Agora vou citar um dos motivos que andam me deixando pra baixo.

70% das pessoas adicionadas no meu facebook são escritores, outros 20% blogueiros e apenas 10% é minha família e amigos. O problema de ter muitos colegas de profissão no meu facebook é ver que muitos deles não têm a menor noção do que postam.

Postar fotos de gente e animais mutilados, por incrível que pareça não me incomoda. Nem mesmo frases apoiando uma determinada causa. Tipo, você defende o que achar melhor. Só não me convide para fazer parte. Mas quando eu vejo um colega autor postar frases, que de alguma forma tentam ditar regras. Aí, o bicho pega.

Já vi colegas dizendo que quem coloca seus livros numa bienal está se prostituindo. O dia que vi isso, me senti mal. Acho que todo mundo sabe o quanto quero expor numa bienal. Não pelo glamour, até porque isso não faz parte da vida do escritor (Não aqui no Brasil, pelo menos). Quero expor meus livros para que fiquem um pouco mais conhecidos. Mesmo que ninguém compre, mas que pelo menos gastem o seu tempo pegando o livro e dando uma olhada, já é o suficiente. Eu me contento com pouco.

Não faz muitos dias aconteceu outra coisa que me deixou mal. Eu tenho ou tinha (Já que fiz uma limpeza no meu facebook) uma colega adicionada, que adora defender a literatura nacional. Não estou dizendo que a mulher é uma péssima profissional. Não! Já li um livro dela e gostei muito. Apesar de não ser o estilo que mais gosto. Mas a mulher tem um defeito triste... Ela não tem a voz, que a alerta para não postar certas frases. Sei que a mulher é batalhadora e admiro seu empenho a favor da literatura nacional, mas postar no facebook, que se você é brasileiro deve escrever sobre o seu país e não fazer sua história passada em terras estrangeiras, é... Triste.

Quando vi essa frase achei um pouco contraditório vindo dela. Já que a mesma adora um Reality Show, que é uma coisa bem “Brasileira” e para completar seus livros são publicados na categoria Chick Lit, que também é um nome bem “Brasileiro”.

Não consigo entender essa aversão que o brasileiro tem ao que vem de fora. Praticamente tudo que faz parte da nossa cultura veio de fora. Futebol, samba, capoeira, o nosso idioma e até nossa culinária. Quer um exemplo: Feijoada.

Eu sou filha de estrangeiros e tenho orgulho disso. Amo o Brasil, já estive em outros países e posso afirmar. Não tem lugar como aqui. E sim, todos os meus livros são passados em outros países, mas isso não me desqualifica como escritora. E nem meus colegas que também fazem o mesmo.
E por causa de todas essas frescuras vindo dos meus colegas de profissão, ando afastada das minhas redes sociais. E por causa dessa e de outras frescuras, meu blog (Que eu quase joguei no lixo, mas não vou) vai passar por algumas alterações. Vamos a elas:


1 – Estão banidos os comentários anônimos – Se você quer criticar feio, não se esconda atrás da mascara do anônimo. Ponha a cara à tapa e comente. Cansei dos engraçadinhos, que além de criticarem, ainda por cima erram na hora de criticar. Sim, não sou uma expert em Língua Portuguesa, mas pelo menos não me aventuro por aí escrevendo no idioma dos outros e ainda por cima errado. Como por exemplo: “Are” tem apenas um “E” e não dois “Aree”. Quer escrever em inglês, estude um pouco. Pelo menos o básico.

2 – Não haverá mais resenhas para livros nacionais – Esta talvez seja a decisão mais difícil que já tomei. Não sou contra a nova literatura nacional, pelo contrário, a apoio 100%, mas no ano passado algo bizarro aconteceu. Eu me vi numa encruzilhada. Se fazia uma resenha elogiando o trabalho de um colega, apareciam os insatisfeitos do ministério dizendo que sou puxa-saco ou até coisa pior. E se faço o contrário, quem cai matando em cima de mim é o autor que recebeu a resenha negativa. Como já disse várias vezes, não me acho superior. Pelo contrário, ainda tenho muito que aprender. Se aponto os defeitos é porque quero que o autor melhore. Acreditem, as resenhas negativas nos ajudam a crescer. Afinal, se você tem amor, paixão por aquilo que faz, não é uma critica que vai te fazer desistir. Por isso... Estufa o peito como um pombo nervoso e bola pra frente.

3 – Resenhas de livros nacionais, apenas a pedido do próprio autor – Vou continuar lendo livros nacionais e avaliando-os no Skoob, mas sem resenha. Após terminar a leitura, entrarei em contato com o autor e direi o que achei do livro. Mas se ele quiser muito uma resenha terá que pedir.


Sinto muito pelas alterações e pelo meu desabafo, mas estou de saco estourado dos meus colegas.