quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

(Resenha - Filme) Amor Profundo



Título Original: The Deep Blue Sea
Ano: 2011
Elenco: Rachel Weisz, Tom Hiddleston, Simom Russel Beale.
Diretor: Terrence Davies

No mês passado não li muitos livros, apenas um (O que é uma vergonha). Então, me afundei nos filmes. Peguei emprestado alguns, vi outros online, outros no cinema e comprei outros em promoções.

Vou começar a sequência de resenhas de filmes (São quatro no total, mas hoje só vou postar um) e para começar escolhi um drama, e quando digo drama... É dramalhão. Ao estilo drama inglês. Mas podem ficar tranquilos, não é nada Paciente Inglês.

Se você é do tipo que não gosta de filmes tristes, com final não tão feliz e com uma protagonista chata, egoísta e besta... Então, fique longe deste filme.

“Amor Profundo” já começa com uma tentativa de suicídio da protagonista Hester (Rachel Weisz). Hester é uma mulher estranha e confusa. Após a tentativa de suicídio, vemos Hester recordando o passado, quando ela era casada com um juiz, cujo o relacionamento era chato, insosso e sem... Tesão. Mas tudo muda, quando um ex-piloto chamado Freddie (Tom Hiddleston) joga um charminho pra cima da moça, que faz com que ela passe a trair o marido.

O romance entre Hester e Freddie é intenso, mas apesar da paixão, a moça quer ser paparicada, assim como era pelo marido e é claro, lembre-se de seu aniversário. O que Freddie não é. O cara gosta de aventura e aproveitar a vida. Romantismo não é seu forte e nem ser responsável.

Agora um momento revolta ou gostei (Ainda estou em dúvida).

Sou fã da Rachel Weisz e sempre gostei de suas interpretações, mas nunca imaginei que um dia ela faria uma personagem tão chata e intragável. Teve um momento que eu quis gritar “Se mata logo, infeliz”.
Por outro lado, fiquei surpresa com a interpretação do Tom Hiddleston. Para quem não sabe quem é o ator, é o cara que interpretou o vilão Loki em Thor e Os vingadores.
O ator prova que é capaz de fazer outros personagens, que não tem nada a ver com o vilão da Marvel. O cara da um show nas últimas cenas do filme.

Assisti ao filme online, mas o link foi removido. Não é um filme fácil de encontrar online, mas se ainda existir locadora na sua cidade, é bem provável que você o encontre.

(Resenha) Minha Alma Para Levar - Rachel Vincent


Sinopse: Ela não vê gente morta, mas... Sente quando alguém próximo está prestes a morrer. E, no momento em que isso acontece, dá nela um desejo incontrolável de gritar.
Kaylee só queria aproveitar que Nash, o garoto mais popular da escola está a fim dela. Mas ter um encontro normal é coisa rara, pois ele parece ter mais conhecimento sobre esses gritos do que ela própria. Porém, existe algo ainda pior: Quando colegas de classe começam a morrer sem motivo aparente, apenas Kaylee sabe quem será a próxima vítima.

Resenha:

Este é um daqueles livros que você imagina que vai encontrar o mesmo esquema de sempre: A garota songa-monga, sem sal, sem açúcar conquista sem motivo aparente o cara mais popular da escola. Os dois têm um romance bonitinho. Depois aparece um terceiro cara na jogada e a garota fica naquele tormento: Com qual dos dois eu fico?

Mas não foi o que encontrei neste livro. Vamos dizer que eu quebrei a cara e bonito. “Minha Alma Para Levar” pode ter cara de um livro teen besta, mas o negócio não é bem assim.
Em “Minha Alma Para Levar” conhecemos Kaylee, uma adolescente órfã, que vive com os tios e uma prima chata. Numa certa noite, ela e sua melhor amiga Emma decidem se divertir numa danceteria. Tudo vai bem e Kaylee até encontra Nash, o garoto mais popular da escola e os dois trocam algumas palavras.

Kaylee acha estranho o interesse do rapaz e fica mais desconfiada, quando algo que sempre acontece com ela não assusta-lo.

Kaylee tem o dom de saber quando alguém vai morrer, mas o dom tem um efeito colateral... Gritos. Isso mesmo, Kaylee grita para a alma do futuro falecido.
Após ver uma garota na danceteria, que está prestes a morrer, Kaylee volta para casa e decide esquecer o ocorrido, o problema é que no dia seguinte fica sabendo que a garota realmente morreu.

A partir daí outras mortes vão ocorrendo e a cada página o suspense vai aumentando. Afinal, essas garotas estão morrendo de causas naturais? Estão sendo envenenadas? Ou há algo sobrenatural por trás de tudo?

Esse foi o primeiro livro lido do ano e comecei bem. A cada página a autora vai trazendo novas surpresas e deixando o leitor mais perdido do que cego em tiroteio. Uma hora você pensa... É ele! Depois... É isso! E por fim você fica... O quê?

Agora vamos a um detalhe negativo:

A escolha da editora de como chamar a atenção dos leitores. A editora (Como muitas) usou o sucesso de outra série teen para vender seu peixe, usando uma frase para atrair o público dessa determinada série. O problema é que a frase pode causar o efeito contrário.

Eis a frase: Os fãs de Crepúsculo vão amar.

Nada contra os fãs de Crepúsculo. Sei que a série possui alguns leitores com noção e inteligentes, mas que algumas séries extremamente populares possuem fãs idiotas, isso não se pode negar (E eu até incluo Harry Potter no meio).
Uma frase como a de cima pode atrair os fãs de Crepúsculo? Claro! O problema é que a frase é um pouco engana trouxa. Sim, “Minha Alma Para Levar” é um livro teen, mas não possui um romance açucarado como o de Bella e Edward e a trama tem muito mais suspense do que Crepúsculo. E digo mais... O livro não tem uma trama triturada e cuspida. Tem que botar a cachola para funcionar. Então, talvez, ele não agrade os fãs de Crepúsculo.

Outro detalhe é que se você não é fã de Crepúsculo e ver a frase, vai ficar longe do livro. O que é uma pena porque história é muito louca. E posso afirmar isso, já que na época que estava lendo, minha sobrinha pegou o livro para dar uma olhada e quando viu a frase, a menina fez uma careta tão feia que achei que ela ia vomitar.

Enfim, recomendo e esqueçam a frase.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Livro Novo - Almas Vol. I

Almas saiu do purgatório! É com essa frase infame que começo esta postagem.

Talvez vocês não se lembrem, mas no início de 2012 mencionei que estava com um novo projeto. Uma nova série/trilogia chamada Almas.
Terminei de escrever o primeiro livro em Junho de 2012 e postei no site Bookess os sete primeiros capítulos. Minha intenção era passar o livro do caderno para o PC e postar um capítulo por semana, mas conforme fui digitando, percebi que o livro não estava do jeito que eu queria. 

Tinha criado na trama quatro personagens. Dois deles eram como o sol e os outros dois a chuva. Para ficar do jeito como eu queria. Estes quatro personagens deveriam se fundir e formar o arco-iris. O problema é que não conseguia esse efeito. Resultado... Larguei o livro.

Essa decisão me deixou louca, algumas pessoas que já tinham lido os primeiros capítulos no Bookess ficavam me perguntando quando iria continuar a postar mais capítulos, e eu enrolava para dar uma resposta. 

Mas a esperança é a última que morre e novamente fui salva por um filme. Ou filmes... Ou personagem. Não importa. O fato é que acabei encontrando o que faltava e acho que agora Almas ficou do jeito que eu queria.

Este livro foi a prova de que... Nunca modifique sua fórmula secreta ou fórmula maluca.

Para quem já conhece meu trabalho, sabe que gosto de colocar os seguintes detalhes na trama:

Humor + Dinâmica entre irmãos + Aventura + Romance. Se bem que Almas não tem tanto romance como os meus trabalhos anteriores. Ah! E já estava quase me esquecendo... Usar um ator como inspiração.

Para quem não sabe, gosto de usar atores como inspiração. Foi assim com Lua Escarlate e A Chave Mestra, e com Almas não foi diferente. E olha que eu tentei fugir. Usar um ator como inspiração é muito bizarro, até porque não conheço o cara. Conheço seus filmes e acho o cara um ótimo ator. Quem é o ator? Não falo nem sob tortura. 

Publicação:

Almas já está disponível no Bookess para leitura gratuita e a partir do dia 06/02/2014 estará disponível no site da Amazom (E-book) e em breve também estará no Clube de Autores (Versão Impressa).


Agora fiquem com a capa e sinopse:


Sinopse: Susan acabou de se formar na universidade. Aos 21 anos e recém-formada, ela está cheia de planos. Mas na manhã seguinte a sua festa de formatura, ela recebe a notícia que sua irmã mais velha morrera.
No início Susan pensa que ela sofrera um acidente, assim como a mãe das duas, que morrera atropelada. Mas não, sua irmã tirou a própria vida.
Susan não acredita. Ela está convencida que a irmã seria incapaz de tal ato. Então ela parte para uma investigação, que não só revelará a verdade, mas irá jogá-la no meio de uma disputa que se iniciou há mais de seis mil anos.