sábado, 23 de fevereiro de 2013

Divulgação - Trilogia Cidade Fantasma

Oi! Já faz um tempo que não faço divulgações. Vamos ver se consigo retomá-las e também as entrevistas com autores nacionais.

Vamos a divulgação deste mês:

Trilogia Cidade Fantasma  da autora Tainá Ruiz

A autora:


Tainá Ruiz de Souza  nasceu em São Paulo, Capital, em 7 de Julho de 1995. Com apenas dois anos, mudou-se com a família para Jaguariúna, uma pequena cidade no interior do estado onde reside atualmente. Aos seis anos aprendeu a ler e logo também a escrever. Já participou das coletâneas Vidas Passadas e EnContos.  Além da trilogia Cidade Fantasma, tem mais dois projetos em andamento. 

Twitter: @aniatziur (Pessoal)
E-mail:  tairuisou@gmail.com 


Sobre Cidade Fantasma: 


Ian poderia muito bem ser um garoto normal. Mas ele não é. O que o difere dos demais é o dom de se comunicar com os mortos. Isso nunca o afetou diretamente... Até conhecer os irmãos Will e Elizabeth. Antes que possa evitar, Ian se encontra envolvido em um grande mistério e ele precisa resolvê-lo antes que isso lhe custe a vida.

Os primeiros capítulos do primeiro volume da trilogia estão disponíveis para leitura gratuita no blog do livro.

Twitter: @livroscidadef

Espero que tenham gostado, em breve vou postar uma entrevista com a autora.



domingo, 17 de fevereiro de 2013

(Resenha) A Canção do Súcubo - Richelle Mead



Sinopse Retirada da Saraiva - Motivo? O do Skoob entrega alguns detalhes importantes, que dão graça ao livro.

O nome de Richelle Mead hoje está na boca de todos os leitores de romances sobrenaturais. Ela é a autora da conhecida série Academia de Vampiros e faz parte da coletânea Imortal - Histórias de Amor Eterno (Planeta). Agora, passa a integrar Essência, o selo feminino da Planeta, com uma história sensual e aterrorizante. A Canção do Súcubo não é apenas uma história de fantasia. Longe disso. Neste romance mais do que inusitado, onde demônios, vampiros e anjos caídos convivem com mortais, a autora surpreende com o vigor de sua imaginação. No centro da história, está Georgina Kindcaid, uma mulher que é não apenas poderosa, mas glamourosa. Ela tem todos os homens a seus pés, mas não pode ter o único homem que deseja. Se ela ceder aos seus impulsos, pode levar seu amado à morte. Mas como resistir a Seth Mortensen, seu escritor favorito, que o destino colocou no seu caminho? O mundo de um súcubo pode parecer um inferno para quem vê de fora, mas na verdade é delicioso para quem se deixa levar. Toda mulher tem seu lado súcubo.

Resenha: 


Sempre achei a autora Richelle Mead meio pirada, mas agora tenho certeza absoluta. A mulher é doida de pedra e criativa.
“ A Canção do Súcubo” nos brinda mais uma vez com cenas cômicas, personagens inusitados e homens de tirar o fôlego.


Sério! Além de dar características sensuais aos seus homens, ela os recheia de personalidade.
Vejo um bando de leitoras se derretendo por Christian Grey, Edward Cullen, Patch entre outros. Mas eu sou mais Dimitri Belikov e Christian Ozera e agora adiciono a lista Roman e Seth.
Em “A Canção do Súcubo” vemos anjos, demônios, duendes e é claro, um súcubo chamado Georgina Kincaid, convivendo numa sociedade alternativa em meio aos humanos.

Georgina é um espécie de “Super herói”. Durante o dia trabalha numa livraria e a noite faz seu trabalho de súcubo seduzindo homens ou oferecendo seus atributos para ajudar velhos amigos.
Mas esse mundo aparentemente calmo, sofre uma reviravolta, quando um serial killer começa a matar membros da comunidade fantástica. E detalhe, Georgina é a principal suspeita. Além de suspeitas, Georgina se vê as voltas com dois homens pra lá de... gostosos. Roman e Seth.

O livro é recheado de mistério, mais uma característica da autora, que deixa diversas pistas que vão mexendo com a sua cabeça. Enquanto você lê sua mente de detetive vai trabalhando, até no fim te deixar de queixo caído.

Agora é hora de correr atrás da continuação. Esse é o problema quando se lê livros dessa mulher... Você fica ansiosa pela continuação.


sábado, 9 de fevereiro de 2013

(Resenha) A Caçadora - Sorriso de Vampiro - Vivianne Fair


Sinopse: Jéssica tinha uma vida simples de secretária, até descobrir que seus pais – um tranquilo dentista e uma calma professora de ensino médio – eram na verdade caçadores de vampiros. Depois de ser chantageada por eles com dinheiro e para seguir a tradição da família, acaba sendo obrigada a viajar para Pensilvânia para provar de uma vez por todas que vampiros não existem e que seus pais precisam de terapia. Inscreve-se em uma universidade onde o suposto vampiro atua e é obrigada a passar por adolescente. Faz amigos estranhos, conhecidos por otakus, e é perseguida por líderes de torcida, que é uma das maldições que carrega – arrumar encrenca com qualquer um que seja popular, mesmo sem querer. Embora não acreditando, acaba por começar a cumprir sua obrigação, seguindo um rapaz que só pode ser vampiro – pálido, lindo, só sai à noite e tem cara de que usa muito delineador.
Com o tempo Jéssica começa a perceber que há muito mais além dos livros que lê e corre o risco de se envolver muito mais do que somente o pescoço.
Sorriso de vampiro é o primeiro volume da série A Caçadora, de Vivianne Fair, autora do livro Cavaleiros do RPG, outra comédia de sucesso.


Resenha: 

Depois de ler Kaori continuei no embalo “presas”, o problema foi que o livro seguinte não me agradou.

Sempre achei aquela história “O que me agrada, pode não te agradar e vice-versa” conto da carochinha, mas agora devo admitir que fui infectada pela mesma frase. Não quero que me entendam mal, nesta resenha não vou dizer que a autora é ruim ou que ela deveria se aposentar da profissão, mas infelizmente sua escrita não caiu no meu gosto.

Comprei  “A Caçadora” da autora Vivianne Fair com a promessa de dar altas gargalhadas, mas li o livro e se dei cinco gargalhadas foi muito. As cinco gargalhadas saíram durante os três primeiros capítulos, mas depois ela foi substituída pela frustração.
As piadas são boas, o problema é que elas são repetitivas. Tudo bem você repetir a piada duas, três, até quatro vezes durante a trama, agora ficar batendo na mesma tecla o livro todo, não há paciência que aguente.

Além das piadas repetidas, a protagonista não me agradou (Puxa! Vou falar essa palavra durante a resenha toda). Ela é muito fútil, que só pensa em Prada, roupas chiquérrimas, terapia e ficar suspirando pelo cara mais gato. E que apesar de ter 29 anos, se comporta como uma adolescente com a mentalidade de 13 anos. Tudo bem que Jéssica precisa se fingir de adolescente para pegar o vampiro e matá-lo. Agora ficar pensando o tempo todo “Ele é um gato!” “È um deus grego” foi muito para meu gosto. Sério! As meninas Otakus, mesmo com seus gritinhos estridentes são mais maduras do que a protagonista.

Apesar da protagonista chata, piadas repetidas, o livro tem algumas cenas de ação, situações típicas de jovens universitários desocupados e foi por isso que não o encostei junto com “Amanhecer”. Fui persistente e acabei.
Enfim, apesar de não ter gostado, indico. Afinal, talvez outros encontrem algo que deixei passar.



(Resenha) Kaori - Perfume de Vampira - Giulia Moon


Sinopse: Século XV: Kaori, uma bela garota com o perfume da sedução, trilha caminhos perigosos entre samurais, senhores feudais, prostitutas e criaturas mágicas do folclore japonês. No seu caminho, surge José Calixto, um artista sensível e apaixonado, capaz de tudo para dar vida a uma obra imortal.

Século XXI: na fervilhante Avenida Paulista, coração de São Paulo, Samuel Jouza tem uma profissão peculiar. Ele observa vampiros para um misterioso instituto de pesquisas. Mas o olheiro percebe que a sua profissão é muito mais perigosa do que imaginava, ao salvar um menino das garras dos sanguessugas.

De um lado, a magia das sagas heróicas de samurais, o mistério das antigas lendas do Japão. Do outro, uma aventura ágil e atual, que tem como cenário o Brasil. Dois universos se entrelaçam e se cruzam neste novo romance de vampiros escrita por Giulia Moon.

Resenha:

A primeira vez que vi esse livro foi em 2009. tinha acabado de chegar em casa depois de ter pego um transito dos infernos. Liguei a Tv e comecei a passar pelos canais à procura de algo. Então ao passar pela Gazeta parei. Não sou fã do programa mulheres, mas vi uma moça sendo entrevistada e curiosamente ela parecia muito com uma moça que fez faculdade comigo.
Fiquei olhando para a tela dizendo “Essa moça parece a Agatha... Não! Pera aí... É a Agatha!”.

O tema do programa era vampiros. Foi bem naquela época que Crepúsculo estava no auge. Além de Lady Agatha Daae, estava uma escritora chamada Giulia Moon falando um pouco sobre seu livro que tinha acabado de ser lançado... Kaori.
Quando ela disse que na trama tinha uma vampira japonesa, minha curiosidade aguçou. Afinal, é raro encontrar na literatura vampiros da Terra do Sol Nascente.

Levei três anos para adquirir o livro e depois o coitado ainda ficou na minha pilha interminável de livro para ler. Mas no final de janeiro comecei a lê-lo. E que livro!!

Com uma narração hora no passado, hora no presente (E são coisas assim que me deixam sem fôlego enquanto leio) Kaori prende a sua atenção e aguça a sua curiosidade por mais. Diversas vezes me peguei xingando por ter que largar o livro seja para dormir, comer ou trabalhar.

O livro conta a história de Kaori, uma jovem transformada em vampira no Japão Feudal. Com um passado cheio de dor, vingança, desejo e paixão.
Além da vampira com perfume inebriante, temos Samuel Jouza, um vampwatcher que trabalha para o IBEFF (Instituto Brasileiro de Estudo de Fenômenos Fantásticos). Uma instituição responsável em catalogar os vampiros e as criaturas que fazem parte de sua cadeia alimentar.
Samuel transita pelas ruas de São Paulo observando vampiros e reportando ao instituto. Confesso que seu local de observação me deixou feliz e com medo, pois passo com frequência pela Avenida Paulista, principalmente pelas estações Brigadeiro ou Trianon. (Só espero nunca encontrar um Karl da vida).

Numa dessas suas observações, Samuel acaba atrapalhando a caçada de um vampiro. E a partir daí ele passa a ser perseguido.

 Giulia Moon nos apresenta uma sociedade vampírica não muito diferente da humana. Com vampiros bons, maus, mais ou menos e aqueles que estão sedentos por poder e é claro, sangue. Afinal, ninguém é de ferro.

O livro me agradou 100%. ele é bem escrito e deu para ver que a autora teve um cuidado todo especial com sua pesquisa, e isso faz toda a diferença. E mais Kaori é a prova do que sempre digo... Você pode fazer um vampiro beber sangue animal, fabricado, basta dar uma explicação plausível e não ficar dizendo que ele não bebe  sangue humano por dozinha. É como diz Takezo “Os vampiros estão consumindo meu produto não por princípios morais ou religiosos, mas porque é mais prático. O sabor e as propriedades terapêuticas do sangue humano são inigualáveis. Todo o vampiro prefere sugar o autêntico sangue de um mortal, mas deixa para ocasiões especiais. No Natal, no aniversário...”

Se você procura um bom livro nacional e com o tema “Presas”. Kaori é magnífico!

Site da autora: www.giuliamoon.com.br