domingo, 17 de novembro de 2013

(Resenha) Filme - Jogos Vorazes: Em Chamas



Elenco: Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Lenny Kravitz, Stanley Tucci, Jena Malone, Sam Claflin e Donald Sutherland

Diretor: Francis Lawrence

Ano: 2013

Resenha: 

No último dia 15 fui ao cinema, junto com os meus sobrinhos assistir a adaptação de Em Chamas.
Depois de pegar uma fila (Não muito grande) entramos na sala e esperamos para o início da sessão.

Por Em Chamas ser o meu livro favorito da trilogia, o medo de ver alguma escorregada foi grande, mas por sorte o livro foi 95% fiel ao livro.

Tivemos algumas alterações. Como por exemplo... Gale não apanha por causa de um peru selvagem, mas sim, por defender uma idosa, na hora que o prego é atacado. Outras alterações como essa foram feitas, mas nada que atrapalhe o andar das coisas.

Os efeitos e maquiagem ficaram melhores. Pelo menos os atores ficaram de verdade com cara de quem esteve nos Jogos. Diferente do primeiro.

Meu destaque fica para a atuação da atriz Jena Malone, no papel de Johanna Manson. Ela ficou do jeito que eu imaginava. E é claro, as interpretações de Lenny Kravitz e Woody Harrelson. Acho que os atores ficaram melhores por causa de seus papeis, já que os três personagens são incríveis.

O único ponto negativo foi o povo que estava na minha sessão. Não sei se em todas as sessões aconteceu isso, mas aqui, no Shopping Internacional Guarulhos, sessão das 18:00 horas. As fãs, um bando de meninas com fogo no lugar errado, ficaram gritando a cada 5 segundos.

As benditas só pararam quando um rapaz que estava sentado atrás de mim, se levantou e chamou o segurança. 

Até agora estou com raiva, já que não pude ouvir os primeiros diálogos. 
Nada contra os fãs de Jogos Vorazes, mas alguns adoram dizer que são melhores, mais espertos e mais inteligentes do que as fãs de Crepúsculo. Só que não foi o que vi no sábado. 

Sim, as crepusculetes gritavam durante a sessão, mas pelo menos ficavam quietas quando os atores falavam. Já as loucas por Peeta e Gale...


Trailer do Filme: 



sábado, 9 de novembro de 2013

(Resenha) Híbrida - Série Neblina e Escuridão - Mari Scotti



Sinopse: Por toda vida Ellene teve a sensação de ser diferente de seus irmãos e dos moradores de sua vila, pois não adquiriu características de lobisomem como era esperado, e afastava-se cada vez mais desta natureza. Com um espírito rebelde, resolve desvendar o passado em busca de sua verdadeira origem. O que não planejava era entrar no meio de uma rixa entre vampiros, a raça que aprendeu a temer e odiar desde menina. Para piorar, seus pesadelos voltaram: sonhos com um homem misterioso de olhos ameaçadores, envolvido por uma densa neblina.

Há quase cem anos a rainha dos vampiros fora sequestrada e seu marido Milosh, desde então busca incessantemente encontrá-la. O tempo é escasso e as autoridades do Conselho desejam eleger um rei omisso e cruel em seu lugar. Na tentativa de tardar a mudança, ele se une a maior inimiga da rainha. Qualquer erro pode condena-lo a morte e subjugar todos os seus iguais.

Ellene e Milosh mal sabem que o que buscam os colocará frente a frente, em uma trama de intrigas, poder, amor e ódio.

Resenha:

Bem, este livro teve uma história interessante (Não estou falando da trama, mas sim, da odisseia que foi lê-lo)
Como escritora e blogueira apoio a literatura nacional. Embora sempre apareça alguém que quer jogar areia na fogueira.

Sim, a nova literatura nacional é jovem, inexperiente. Mas isso não quer dizer que temos que dar as costas.

Sim, existem autores ruins, que deveriam ser proibidos de pegar numa caneta ou no caso tocar no teclado. Mas existem muitos talentos, que apenas precisam ser lapidados. E é ai que entra a editora.

Sim. A editora é uma parte importante de todo o processo. Já que ela se interessou pela obra de um determinado autor, nada mais justo do que dar apoio e dicas para deixar o texto mais rico.
Mas a realidade no mundo literário... É que as editoras pagas e não pagas, na sua maioria estão cagando e andando para os autores. Raros são os casos de editoras que fazem uma revisão descente na obra e pedem para o autor trocar algumas frases ou consertar detalhes desconexos.

E foi esse descaso que encontrei no trabalho da autora Mari Scotti. O livro Híbrida foi publicado pelo selo Novos Talentos, que é vinculada a Editora Novo Século.
Também sou autora e tenho um livro publicado por uma editora paga, quando eles fizeram a revisão do meu livro, me deram algumas dicas para melhorar o texto e até me alertaram para detalhes bizarros. Fiz a troca como me pediram e mandei de volta para a editora, que por sua vez alterou os erros.

O que me deixa pasma é que uma editora como a Novo Século deixar passar detalhes desconexos. Não fazer uma revisão descente é um sacrilégio. Sou leitora/consumidora. O que significa que eu quero um produto de qualidade. E o mais importante... A autora merecia receber uma ótima revisão. Já que seu livro é uma joia rara.

E por causa de todos esses erros acabei por duas vezes abandonando o livro. Apenas voltei a ler porque um amigo (Que também é meu beta-reader) leu o livro e disse
“Sim, o livro tem erros, mas a trama é muuuuiiito louca. Esqueça o trabalho porco da editora e dê uma chance ao livro. Você não vai se arrepender”.

Como a opinião do meu amigo é sempre válida, dei mais uma chance. E não me arrependi. É por essa razão que estou fula com a editora. A obra merecia mais dedicação.

A Mari consegue nos prender com sua história cheia de ação, aventura, mistério, investigação (Digna de detetive) intrigas políticas e romance. Para explicar melhor vamos a trama.

Em “Híbrida” conhecemos uma sociedade vampírica governada pela Rainha Elizabeth III, que há quase 100 anos foi sequestrada. Com isso muitos vampiros viram a oportunidade de atacar pescocinhos humanos à vontade.

O único vampiro que não perdeu a esperança de encontrar a Rainha é Milosh (O marido). Com medo da desordem, ele se une a uma mestiça chamada Heidy, que sempre desejou o trono.

Heidy tem o dom de mudar sua aparência (O que me lembrou muito os metamorfos da Série Sobrenatural) e com isso, ela e Milosh decidem fingir que ela é a Rainha, enquanto Milosh sai à procura por Elizabeth.

Do outro lado da trama temos Ellene, que foi adotada por um casal de lobisomens, que fazem de tudo para esconder dela sua verdadeira origem. Mas não é só isso. Ellene sempre tem sonhos com um homem misterioso envolto numa neblina e ela também tem o dom de ler mentes.

Confusa com seu passado, sonhos, dom e com o fato de não ter sofrido as mudanças de um lobisomem, Ellene decide investigar seu passado em busca de respostas. Conforme Ellene vai investigando, mais seu mundo colide com o de Milosh. E é claro, acaba caindo no meio das intrigas políticas, que domina o mundo dos vampiros.

O livro é narrado em 3ª pessoa, mas a cada capítulo vemos o narrador se focando... Hora em Milosh, hora em Ellene. O que ajuda a aumentar o suspense e a curiosidade por mais.

Estou com o maior comichão pela continuação. Quero saber como acaba essa intriga política com cara de Star Wars. Afinal, Heidy é o imperador, Milosh é Annakin Skywalker e Ellene... Bem, ela poderia ser a Princesa Leia ou o Luke.




Mais Livros Para Minha Pilha Interminável

O problema do viciado em livros é que muito é sempre pouco. Ainda mais quando sites como Saraiva e Submarino fazem aquelas promoções malucas de livros por menos de dez reais e sem frete.

Semana passada recebi um e-mail da Saraiva e Submarino avisando destas promoções. E o que eu fiz? Comprei é claro. Agora estou 69 reais mais pobre, mas feliz =)

Vamos as aquisições:



1 – O Oceano no Fim do Caminho – Neil Gaiman – Editora Intrínseca

2 – Feita de Fumaça e Osso – Laini Taylor – Editora Intrínseca

3 – Belle – Lesley Pearse – Editora Novo Conceito

4 – Garotas de Vidro – Laurie Halse Anderson – Editora Novo Conceito

5 – Cidade das Cinzas – Cassandra Clare – Editora Galera Record

6 – Deslembrança – Cat Patrick – Editora Intrínseca

7 – Despertar – Amanda Hocking – Editora Planeta


Agora eles todos juntinhos. Que emoção!!


(Resenha) Fortaleza Digital - Dan Brown



Sinopse: Em Fortaleza Digital, Dan Brown mergulha no intrigante universo dos serviços de informação e ambienta sua história na ultra-secreta e multibilionária NSA, a Agência de Segurança Nacional americana, mais poderosa do que a CIA ou qualquer outra organização de inteligência do mundo.
Quando o supercomputador da NSA, até então considerado uma arma invencível para decodificar mensagens terroristas transmitidas pela Internet, se depara com um código que não pode ser quebrado, a agência recorre à sua mais brilhante criptografa, a bela matemática Susan Fletcher.
Presa numa teia de segredos e mentiras, sem saber em quem confiar, Susan precisa encontrar a chave do engenhoso código para evitar o maior desastre da história da inteligência americana e para salvar a sua vida e a do homem que ama.

Resenha:

Sei que muita gente não gosta do Dan Brown, principalmente após ele tocar num assunto delicado como a fé das pessoas no seu famoso “O Código Da Vinci”
O curioso é que foi justamente esse livro que me apresentou ao trabalho dele. Aqui em casa temos todos os livros do autor e apesar da minha família ser católica, adoramos o Dan Brown.

Poderia ter lido qualquer livro após “O Código Da Vinci”, mas acabei optando pelo “Fortaleza Digital”.

Apesar do livro ter sido publicado em 1998, o tema espionagem cibernética, que é abordado no livro, nunca foi tão atual. Já que neste ano vimos vários chefes de estado com suas contas de e-mail invadidas.

Em “Fortaleza Digital” nos deparamos com a NSA, uma agência riquíssima especializada em quebrar códigos, xeretar o e-mail alheio e salvar o mundo de ataques terroristas, no melhor estilo americano patriótico.

Um dos segredos da NSA é um aparelho chamado TRANSLTR, capaz de quebrar qualquer código em até três horas, no máximo.
Por ser uma agência xereta, a NSA tem diversos inimigos, que desejam expor ao público que suas correspondências eletrônicas são invadidas.

E é aí que entra Ensei Tankado, ex-funcionário da NSA, que criou um código inquebrável e se for vendido para grandes empresas ou ditadores será o fim da NSA.
Ao ver a ameaça, o comandante Trevor Strathmore recruta sua mais brilhante criptografa a ajudá-lo a encontrar a chave que pode parar o Fortaleza Digital. Já que Tankado morreu em circunstâncias suspeitas e seu parceiro de crime North Dakota está a solta e provavelmente se preparando para vender o Fortaleza Digital ao primeiro que oferecer mais dinheiro.

Como já é da característica do autor temos um assassino altamente perigoso, intrigas, perseguições, uma viagem até a Espanha e alguns bodes expiatório. E é claro, o vilão que nem sempre é aquele que imaginávamos.


(Resenha) Trilogia Jogos Vorazes - Suzanne Collins



Desde o ano passado que ouço falar dessa trilogia. Muita gente elogiando e muitos metendo o pau (Como sempre).
No mês passado peguei a trilogia emprestada como o meu sobrinho, que é louco pelos livros. Acho que todos devem saber sobre o que se trata, mas senão vou contar.

Jogos Vorazes é uma distopia, que conta a história de um país (Panem), que surgiu após uma guerra, que aniquilou os Estados Unidos. Dentro de Panem temos 13 distritos, que cultivam o alimento, minerais e produtos eletrônicos para a Capital. Um lugar cheio de gente superficial e que vive na boa, sem saber ou se importar com a dificuldade que os outros distritos passam.

Num determinado momento o Distrito 13 decide se rebelar contra a Capital e é aniquilado. Como uma maneira de impor a ordem e lembrar aos outros doze distritos que não se brinca com a Capital. Eles criam os Jogos Vorazes. Um Reality Show onde dois jovens (Tributos) do sexo masculino e feminino de cada distrito são selecionados e lutam até a morte. Até sobrar apenas um, que é coroado vitorioso.

Lá no Distrito 12 (O mais pobre) vive Katniss, uma garota que para não ver sua irmã caçula ir aos jogos se oferece como Tributo.
Agora vou dizer o que achei dos livros, personagens e criticar algumas outras criticas.Antes de começar a ler os livros li diversas resenhas e vi até uns vídeos.
Não achei a trama tão bagunçada como li em outras resenhas. Afinal, como vamos saber mais sobre o passado de Panem se o livro é narrado em 1ª pessoa? E quem narra não possui muitas informações, já que a Capital manipula o que se deve ensinar nas escolas? É óbvio que o negócio vai ficar por cima... Bem por cima.

Com relação ao fato de alguns acharem que a parte distópica do livro é fora da realidade, pergunto: Em que mundo vocês vivem? Se olharmos bem ao nosso redor com atenção, veremos que nós vivemos num mundo distópico.

Quando li que algumas pessoas dos distritos recebem Tésseras (Uma espécie de ração) do governo na hora lembrei das famílias brasileiras que recebem o tal Bolsa Família, que na verdade não ajuda ninguém a sair da miséria. Aliás, deixa o povo mais miserável e besta. Já que por causa do beneficio votam no governo de olhos fechados.
A única diferença é que não temos os Jogos Vorazes. Se bem que com a violência que há é como se estivéssemos numa arena.

Também vi muitas criticas sobre a tecnologia apresentada nos jogos e como é ridículo a ideia de não usar essa tecnologia em prol do povo. Novamente vamos olhar ao nosso redor.

O nosso governo tem o poder de melhorar a educação. Seja melhorando os salários e as condições de trabalho de alguns professores nos lugares mais distantes e pobres do país. Ou punindo os professores vagabundos que trabalham na rede publica em algumas capitais, que recebem um bom salário (Pra merda de aula que dão) material para trabalhar, mas ficam o tempo todo coçando ao invés de dar aula. É o que acontece aqui no meu município.

Mas o governo faz? Não. Pra quê? Pra fazer o povo pensar, ter uma boa formação, profissão e não depender mais do bolsa família. Se isso acontecer a Dilma e o PT se matam.

Chega de falar coisas chatas e vamos relaxar.

Personagens:

Katniss – Não a achei uma super heroína. Pra mim, a moça foi fraca, lerda. Um verdadeiro fantoche. É um milagre o cérebro dela ter funcionado na hora da colheita para gritar que se oferecia como Tributo.

Haymitch (O mentor dos tributos do 12) – Apesar de sua bebedeira, o cara ficou mais ligado do que muito personagem sóbrio. Estou falando novamente da Katniss.

Gale – Ô, carinha chato! O cara vive de TPM. Até agora não entendi o que os leitores viram nele.

Cinna – O estilista com estilo e personalidade. Um dos meus personagens favoritos.

Presidente Snow – Apesar de ser o Mussolini da história (Mussolini, porque o Hitler é outro) o cara é astuto, principalmente lá para o final da trilogia.

Presidente Coin – Essa é o Hitler. Mascarada como salvadora, a mulher é um verdadeiro nojo.

Prim – A irmãzinha que é 100 vezes mais legal, inteligente, rápida e madura do que Katniss.

Peeta – Meu personagem favorito. Ele é que devia ter sido o símbolo da rebelião. O cara é rápido no gatilho e sempre sabe o que dizer. Pelo menos ele pensa, coisa que a Katniss não faz.

Um balanço geral dos livros: ATENÇÃO CONTÉM SPOILERS. Agora se você quiser ler, problema seu.

O primeiro livro (Jogos Vorazes) é legal, mas por ser o início de tudo, não chega a ser tão bombástico. É legal ver o que a Katniss (Pelo menos ela tem um ou dois momentos bons) faz para “humilhar” a Capital, mas não chegou a me deixar sem fôlego.

Agora o segundo livro (Em Chamas) é a verdadeira combustão. Com mais ação, mortes, rebeliões, complôs. Enfim... Show de bola.

Talvez por ter gostado tanto do segundo fui sedenta ler o último livro (A Esperança), que é muito bom. Adorei o fato de que os rebeldes, ou melhor, a presidente do Distrito 13 (Coin) é tão podre quanto Snow. É como eu sempre digo... Não adianta tocar o terror, fazer manifestação, porque no final quem é contra o governo sempre fica igual ao antecessor. Não vê a Dilma. Levou porrada do exercito e agora coloca o mesmo contra os que protestam.

Só não vou dizer que o último livro me deixou sem fôlego porque achei a absolvição da Katniss meio esquisita.
É isso que mata ler um livro narrado em 1ª pessoa e que tem o mesmo narrador até o final.
Minha teoria (Já que o fato não tem explicação) é que a Presidente Coin era tão odiada no Distrito 13, que quando a Katniss a matou, acabou fazendo um grande favor a todos. Por isso não foi condenada.

Mas apesar da absolvição, não achei o final dela tão cor de rosa. Afinal, ela e o Peeta têm que começar do zero e tendo que aguentar os traumas, as loucuras e a perda de seus familiares.

No geral a trilogia é muito boa.


A Chave Mestra - Novidades

Olá! O blog andou meio abandonado, mas foi por uma boa causa.
Fiquei doente no mês passado e só agora estou me recuperando. Nada grave, apenas algumas pedras nos rins. Por sorte não vou precisar de cirurgia.

Mas apesar da doença, o mês de outubro teve boas notícias e vamos a elas:
Como alguns sabem, também sou escritora e agora o 1º livro da Série A Chave Mestra – Entorpecida tem editora.

Um viva pra mim!!!

Entorpecida será publicado pela Editora Selo Jovem em 2014 – Mais conhecido como ano que vem.



Apesar de ser uma editora pequena, não vou precisar pagar para ver meu livro publicado. O que é um grande avanço. E eles aceitaram a capa, apenas trocaram a fonte.

Capa com nova fonte:




Em breve terei mais informações sobre a data exata.