domingo, 13 de julho de 2014

(Resenha) Insônia - Mari Scott - Série Nefilins



Sinopse: A vida de uma adolescente de 17 anos não devia ser tão complicada: Casa, escola, festas. Seus piores temores deveriam se resumir a não estar no peso adequado ou embarcar em um relacionamento com algum rapaz rebelde, do tipo que nenhum pai aprovaria. Esses dilemas era tudo que ela almejava – Uma existência descomplicada.

No entanto, Suzanna não pode negar a sucessão de acontecimentos obscuros que acercam sua vida, há alguns anos perdera os pais em um trágico acidente, no qual mal se recorda.
Desde então, a jovem sofre de insônia, como se fosse um estigma.

Na sua busca por respostas. Mais um enigma se apresenta, a presença de dois rapazes, que frequentemente materializam-se em sua vida. Os dois são absolutamente lindos e parecem perdidamente apaixonados por ela, porém ambos guardam um segredo capaz de abalar as estruturas do mundo meticuloso montado por Suzanna, lançando-a em direção a uma verdade avassaladora.

O tempo de escolher logo se aproxima. E o preço a se cobrar por uma decisão equivocada, resultará em muito mais do que apenas um coração partido. Acarretando na destruição de vidas inocentes.


Resenha:

Não sei porque, mas sinto que minha cabeça irá rolar do meu pescoço. Hora de respirar... Vamos lá.

Este foi um livro muito aguardado. Não pensem que ele demorou para ser lançado, nada disso. A novela foi a seguinte: Comprei o livro direto com a editora e tive que esperar dois meses para o bonitinho ser entregue. Mas ele foi e é isso que importa.

No ano passado conheci o trabalho da autora Mari Scott. Como adorei seu livro Híbrida, decidi ler seu outro livro Insônia.

Se a Mari me perguntasse “Qual dos dois você mais gostou?” Ou “Qual é o seu favorito? Minha resposta é: Híbrida.
Mil perdões, mas Insônia não caiu no meu gosto. A verdade seja dita, eu sou chata.

Infelizmente, a trama tem todos os elementos que eu não curto, triângulo amoroso, a protagonista é chata e o desfecho foi um pouco previsível.

Não vou negar, a trama tem muitos mistérios e que são bem colocados, aguçam a sua curiosidade. O problema foi a protagonista. Enquanto a Ellene de Híbrida, faz de tudo para descobrir suas origens e até vai de penetra numa festa. Suzanna é uma adolescente movida por seus hormônios em fúria. É só o namorado gostoso dar uns beijinhos na garota, para a bendita ficar toda derretida e esquecer que precisa descobrir os mistérios que cercam a morte de seus pais.

Confesso que a parte mais legal, foi quando Arthur dá um puxão de orelha em Suzanna, justamente, dizendo para ela não dar tantos ouvidos aos seus hormônios.

Pensei que depois disso as coisas iam deslanchar, mas Suzanna é feita de boba. Parece um saco de batata sendo jogado de cá pra lá. É claro que o livro termina num momento crucial, que deixa você com a pergunta “E agora?”.

E como sempre digo: Não é porque não curti, que não recomendo. Outro leitor pode pescar algo que deixei passar ou gostar muito da protagonista. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário