sexta-feira, 13 de junho de 2014

(Resenha) Inferno - Dan Brown



Sinopse: No meio da noite, o renomado simbologista Robert Langdon acorda de um pesadelo, num hospital. Desorientado e com um ferimento à bala na cabeça, ele não tem a menor idéia de como foi parar ali.
Ao olhar pela janela e reconhecer a silhueta do Palazzo Vecchio, em Florença, Langdon tem um choque. Ele nem se lembra de ter deixado os Estados Unidos. Na verdade, não tem nenhuma recordação das últimas 36 horas.
Quando um novo atentado contra a sua vida acontece dentro do hospital, Langdon se vê obrigado a fugir e , para isso, conta apenas com a ajuda da jovem Sienna Brooks.
De posse de um macabro objeto que Sienna encontrou no paletó de Langdon, os dois têm que seguir uma série inquietante de códigos criada por uma mente brilhante, obcecada tanto pelo fim do mundo quanto por uma das maiores obras-primas literárias de todos os tempos: A Divina Comédia, de Dante Alighieri.

Resenha:

Vou começar esta resenha assim... Que diabos foi isso!!! Minha vida é uma mentira!! Fui enganada e ainda por cima gostei do ocorrido!!!

Estas são algumas das reações que você terá ao ler “Inferno”. Se você, que é fã de Dan Brown e acha que conhece tudo sobre sua mente diabólica... Acredite, você não sabe de nada.

“Inferno” mostra a mente diabólica e até brilhante de um homem obcecado em salva a humanidade de sua extinção.
Não é mistério pra ninguém, que hoje vivemos num mundo super lotado, que diga a cidade de São Paulo, que está prestes a sofrer com a falta de água. Já que faz meses que não chove.

E é justamente esse caos, a falta de recursos naturais e a possibilidade da extinção humana, que é abordado no livro.
Muitos gostam de dizer que o trabalho do Dan Brown é recheado de aventura e ação. O que não é mentira, mas acredito que os temas abordados por ele, nos fazem parar para pensar.

Para quem já leu “Inferno” sabe o que acontece no final do livro, e eu confesso que o que ocorre no final, um dia poderá se tornar realidade. Afinal, como diz o personagem do filme Homens de Preto, o agente K “Uma pessoa é inteligente, o povo é burro”.

Mas voltando ao livro... Não dá, se eu contar muito sobre a trama, vou entregar spoilers, e isso seria um crime.

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