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(Resenha) Redenção - Josiane Veiga


Sinopse:
Quanto tempo alguém pode suportar a dor?

Inseguro e magoado, KazuoNinomura vê seu mundo de aparências desmoronar juntamente com seu casamento. Abalado pela crise em seu relacionamento e por problemas graves de saúde, todo o presente lhe parece negro e incerto.
O que fazer? Desistir e mergulhar em um sofrimento profundo ou lutar pela única coisa que sabe que o tirará da depressão: o amor de Ken Takeshi?

Por sorte, ainda há o amor incondicional dos companheiros de banda, cuja amizadeinabalável é a força de que ele precisa para se reerguer.

Seis anos após “Rendição”, os membros da banda Jishu retornam com suas peculiaridades e personalidades marcantes,embora cada um deles tenha que conviver com seus próprios demônios e dores, enfrentando crises pessoais, amorosas, preconceito e abnegação.

Resenha:


Escrever uma resenha para qualquer livro da Josy é difícil.
Eu fico sempre me perguntando “Por onde começar?”. E é assim que me encontro agora. Encarando  meu caderno de resenhas e pensando.

Chega de bobagens e vamos lá.



“Redenção” se passa seis anos após Ken e Nino assumirem seus sentimentos um pelo outro.


O livro é um belo... Tapa na Cara (Se é que se pode dizer isso) aos românticos bestas, que adoram um... Felizes para Sempre e não querem nem saber se o casalzinho apaixonado tem crises.
É por isso que eu gosto do trabalho da Josy. Ela não tem medo de arriscar e não é hipócrita. Ela mostra o mundo como ele é: Cheio de dificuldades, mas que nunca se deve abater.


Seria muito feio se eu dissesse que detesto o bendito, Felizes Para Sempre?


Todo mundo sabe que todo o relacionamento tem altos e baixos. E que se um casal se ama de verdade deve enfrentar as dificuldades de cabeça erguida. Não preciso nem dizer que o início do livro me irritou.


Ken e Nino estão enfrentando uma crise grave no casamento, mas nenhum dos dois está disposto a parar e ter uma conversa séria. Ken foge para seu barco e Nino se agarra ao trabalho. E cada um deles fica empurrando a culpa um para o outro.


As coisas ficam ainda piores quando Nino é internado e Ken começa a dar corda para um admirador. Tatsumi é um jovem talento da agência e é obcecado por Ken. No começo eu só peguei antipatia por ele. O cara é um mala. Fica o tempo todo tentando melar o relacionamento de Nino e Ken.


Mas minha antipatia virou ódio lá para o final do livro. Se eu pudesse entrar no livro, quebraria uma garrafa de vidro e enfiaria no rabo dele (Desculpa pelas palavras, mas quando vocês lerem o livro vão entender meu ódio).


Outra coisa que me causou ódio foi a mãe do Nino. Oh! Mulherzinha nojenta. O tapa que ela recebeu foi pouco.


Ken e Nino não são os únicos a enfrentar problemas. O outro casal Morita e Shuichi também estão numa maré de azar. Tudo porque a família de Shuichi decidiu que o filho está velho e que já é hora dele encontrar uma esposa com nome e berço.


Os pais encontram uma noiva para ele e ficam empurrando a idiota para o filho. Chamei a garota de idiota, porque ela não percebe que o futuro marido gosta de outra fruta, assim como a família dele.


Agora vou falar sobre os Sakamoto:


Eles são uma família bem estruturada. Os pais criaram seus filhos de forma correta, e acreditam 100% que isso é o suficiente para provar que Nino só é gay porque não teve um bom exemplo.
A família Sakamoto me lembrou outra família que conheci, que se orgulhavam dos filhos porque eles foram criados no amor de Cristo.


Eles eram católicos, viviam na igreja, eram unidos, mas o filho caçula era gay. Quando o rapaz se assumiu, a família ficou sem entender e passaram a pensar que foi castigo de Deus.


Ainda falando dos Sakamoto. Um dos momentos mais incríveis do livro é quando a mãe do Shuichi descobre a verdade sobre o filho.


O único personagem que ficou meio “apagado” no livro foi a Audrey. Eu esperava mais armações por parte dela. Mas acho que em “Remissão” ela vai voltar mais quente do que o fogo do inferno. Como diz o Shuichi “Eu confio naquela mente demoníaca”.

O livro é recheado de intrigas, separações, escolhas difíceis, perdas e deixa um gostinho de quero mais.
E Josy... Por favor, termine de escrever "Remissão" e faça uma baixinha de óculos muito feliz.


PS: Li o livro durante minha tpm e chorei pra caramba.


Comentários

  1. Esse livro deve ser aquele. Entendi sua resenha e seu momento de raiva com alguns personagens, pois quando eu leio eu sindo a mesma coisa. Dá uma vontade ir lá e matar o infeliz você mesma. kkkkkkkkkkk

    Só Josy consegue isso de mim.

    Beijos e adorei a resenha.

    ResponderExcluir
  2. Huahauahaauahauahauaha
    se vc chorou lendo, eu chorei MUITO escrevendo. As cenas iniciais foram baldes e baldes de lágrimas. Depois, qdo "aquele personagem morrer" foram mais baldes e baldes de lágrimas.. hahahaha
    Mas, é exatamente isso. É o livro do depois do Felizes para Sempre.

    Remissão já está no cap 20. Acredito que aqui a uns 2 meses eu termino a obra^^
    Obrigada por sempre me acompanhar amada

    ResponderExcluir

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