Pular para o conteúdo principal

(Resenha) Traços - Josiane Veiga


Sinopse: Poderia haver algo mais sujo do que o amor de um humano por um elfo?

Tan de Loki descendia de um clã extinto. Tudo que ele buscava nas florestas ao redor de Álfheimr era paz e tranquilidade. Infelizmente, os elfos não tinham a mesma opinião, e o rapaz descobriria logo que homem algum era bem vindo à terra sagrada. 


Um humano sujo não tinha o direito de pisar em tão sagrado solo, então era dever do príncipe Niel expulsá-lo. Contudo algo saiu errado... 


E foi assim que elfo e homem se enredaram numa armadilha em que ambos não queriam mais escapar.


Resenha: 


Não me canso de elogiar o trabalho da Josy. E quando vi que ela lançou um livro novo e ainda por cima num ambiente meio "Senhor dos Anéis" fiquei doida para ler.


Então quando ela disse que faria um Book Tour de Traços, eu me inscrevi.


O livro chegou ontem de tarde. Comecei a lê-lo às 17:00 e às 19:30 já tinha terminado.
"Traços" pode ter poucas páginas, mas foi o melhor livro que já li.
Gostaria de dizer o porquê, mas seria Spoiler (Mas vou contar para a Josy via email).


"Traços" conta a história de Tan de Loki, um rapaz que sofreu nas mãos do pai. Desde pequeno ele era abusado sexualmente.
Apesar dos abusos Tan permaneceu em casa. No início do livro ele tenta fugir, mas por amor a mãe, que também sofria nas mãos do marido carrasco, ele decide ficar.
Ao tomar a decisão, ele também faz uma promessa: Aprender a usar a espada e matar o pai.


Dez anos após fazer a promessa, Tan sofre um golpe terrível. A aldeia onde ele vive com a família é atacada por um grupo de bárbaros. Durante o ataque Tan perde a mãe e o irmão caçula.


Sem ter mais um lar, Tan se refugia na floresta próxima de Álfheimr, território dos elfos, que não ficam muito felizes com sua presença.
Vários guerreiros elfos tentam expulsá-lo, mas sem sucesso. Então é aí que entra Niel, um príncipe elfo.


A pedido da noiva, Niel é incumbido de expulsar Tan da floresta, mas algo inesperado acontece: Niel e Tan se apaixonam.


Os dois vivem uma história de amor 100% verdadeira.
Acredito que se duas pessoas se amam de verdade, elas são capazes de superar qualquer dificuldade. Até curar as feridas de anos e anos de abuso.


Os livros da Josy sempre me causam um turbilhão de sentimentos: Raiva, emoção, tristeza. E com "Traços" não foi diferente.


Parabéns Josy, pelo ótimo livro.
Assim que eu tiver grana, vou comprar um exemplar pra mim. Eu o quero na minha mesinha de livros.


Onde Comprar: http://clubedeautores.com.br/book/128616--Tracos
Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/238491-tracos
Blog da Autora: http://www.fic-lovers.blogspot.com.br/



Comentários

  1. Fiquei muito emocionada com sua resenha^^ mto feliz por ter gostado da obra^^ Eu escrevi traços com todo o coração, e fiquei mto feliz que tenha entendido todo o significado dos simbolos... meu maior temor era que ficasse confuso aos leitors^^
    Obrigada de coração pela resenha

    ResponderExcluir
  2. Esse livro é demais mesmo. Sem palavras para descrever só lendo.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Resenha - Filme: Negação

Título: Negação (Denial)  Elenco: Rachel Weisz, Tom Wilkinson, Timothy Spall e Andrew Scott. Direção: Mick Jackson. Ano: 2016 Sinopse: Deborah Lipstadt é uma conceituada pesquisadora que em seu livro ataca veementemente o historiador David Irving, que prega que o holocausto não existiu e é uma invenção dos judeus para lucrar mais. Julgando-se prejudicado pelo que foi publicado, Irving entra com um processo por difamação contra Deborah. Só que, pelas leis britânicas, em casos do tipo é a ré quem precisa provar a veracidade da acusação. Logo ela se vê em uma disputa judicial que, mais do que envolver dois estudiosos da História, pode colocar em dúvida a morte de milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.  Resenha:   Antes de começar a resenha, gostaria de escrever um trecho do filme (Prometo que isso tem um propósito), vamos ao trecho. A Negação do holocausto repousa sobre 4 afirmações básicas. Nº 1 - Que nunca houve qualquer tentativa sistemát

(Resenha) Contando Estrelas - Luciane Rangel

  Título: Contando Estrelas. Autora: Luciane Rangel. Páginas: 264. Editora: Qualis. Sinopse: A ideia de um trabalho voluntário nunca passou pela cabeça de Elisa. Na verdade, era algo que ela jamais faria, não fosse essa uma exigência louca de uma das professoras da escola. O trabalho em dupla poderia ter sido com uma de suas amigas ou com o lindo do Miguel... Mas quis o destino, e o sorteio feito pelas mãos da professora, que o escolhido para ser seu par fosse o aluno novato da turma, um sujeito meio esquisito, calado, e que passava os intervalos das aulas no estranho hobby de dobrar estrelas de papel, como se elas tivessem algum significado. Mal sabia ela que o trabalho realizado em um hospital infantil, junto à companhia do “esquisitão”, fosse acrescentar muito mais à sua vida do que as aulas do colégio. Ele parecia enxergar nas pessoas muito além do que olhos comuns poderiam ver, e suas estrelas pareciam fazer parte de algo maior do que um simples hobby. Algum tipo de missão, um ta

(Resenha) Filme - Meu Nome é Ray

Título: Meu Nome é Ray. Elenco: Elle Fanning, Naomi Watts, Susan Sarandon, Sam Trammel e Linda Emond.  Direção: Gaby Dellal. Ano: 2015. Sinopse: Ray nasceu mulher, mas nunca se identificou com o gênero e se prepara para fazer a cirurgia de redesignação de gênero. Sua mãe Maggie, tenta encontrar a melhor forma de lidar com a questão, mas a avó homossexual de Ray, Dolly, recusa-se a aceitar a resolução e cria um conflito familiar. Resenha: Este é mais um filme que tenta falar sobre os transgêneros e infelizmente não cumpre com sua tarefa. A questão dos transgêneros, assim como de outras sexualidades ainda se mantém complexos e confusos para boa parte das pessoas. Transsexualidade só não é confuso para quem é. Assim como não é confuso para os pansexuais, assexuais, demisexuais, e tantos outros que não lembro agora.  Precisamos entender que durante muito tempo só existia na cabeça das pessoas, homossexuais, héteros e bissexuais, sendo que  o 3º sempre foi visto como conto da carochin