segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

(Resenha) Maze Runner - Correr ou Morrer - James Dashner



Sinopse: Ao acordar dentro de um elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue se lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega ao seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos. “Bem-vindo à Clareira, fedelho”.
A Clareira. Um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum sabe como foi parar ali. Nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do labirinto que os cerca se abrem, e, a noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém um fato altera de forma radical a rotina do lugar: chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina. Mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr... Correr muito.

Resenha:

Não é mistério que a cada dia surgem mais livros com o tema distopia. Talvez o que abriu as portas para essa nova onda foi a Trilogia Jogos Vorazes. Apesar de ter gostado da trilogia, não sou muito fã de alguns detalhes encontrados em Jogos Vorazes. Como por exemplo, a protagonista.
Até agora a única distopia que me agradou completamente foi Divergente. Pelo menos a autora não apostou num triangulo amoroso e teve a audácia de matar um personagem importante.

E agora acabo de conhecer mais uma distopia, Maze Runner, e confesso, ela promete. A trama lembra um pouco Jogos Vorazes, com as busca no labirinto, os obstáculos, mortes. Mas o ponto positivo em Maze Runner é que os moradores da Clareira não fazem a menor ideia do que está acontecendo. Como vieram parar ali, como eram suas vidas antes, apenas sabem que precisam sair do labirinto, que guarda criaturas terríveis. Uma mistura entre máquina e animal.

O autor também apostou em trazer um garoto como protagonista, o que sai um pouco do lugar comum. A maioria das distopias trazem garotas como heroínas e foi bacana essa mudança.

Não temos a famosa lenga lenga dos romances. É ação o tempo todo, mistérios, revelações. Até mesmo o final é surpreendente. Quando você pensa que começou a entender o espírito da coisa acontece uma reviravolta e bum! Você fica... Que diabos!!

Tô louca para ler a continuação.

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